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By Daisy MS. Tecnologia do Blogger.
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SAL E NOZ MOSCADA

Dicas para comer bem sempre.







Receita do Pastry do Beaver Tails

Comentei em outro post que uma das coisas que eu mais gostei de experimentar no Canadá foi o pastry do Beaver Tails, uma espécie de pastel com massa leve e doce.

A vontade incontrolável de comer o pastry de novo me fez procurar pela receita na internet. Compartilho agora com vocês a receita traduzida. Enjoy!

Pastry Beaver Tails



Ingredientes:

  • ¹/2 xícara de água quente
  • 5 colheres de chá de fermento biológico seco
  • 1 pitada de açúcar
  • Um copo de leite quente
  • ¹/3 xícara de açúcar
  • 1 ¹/2 colheres de chá de sal
  • 1 colher (chá) de essência de baunilha
  • 2 ovos
  • ¹/3 xícara de óleo
  • 4 ¹/4 xícaras de farinha de trigo
  • óleo (para fritar)
  • açúcar refinado (para polvilhar)
  • canela


Preparo:
Em uma tigela grande, misture o fermento, água morna e uma pitada de açúcar. Deixe repousar alguns minutos para permitir que o fermento cresça e se dissolva. 


Misture o açúcar restante, o leite, a baunilha, ovos, óleo, sal e metade da farinha. Amasse por cerca de 5 minutos (à mão ou na batedeira de massa), adicionando o restante da farinha conforme necessário para formar uma massa lisa e elástica.

Coloque em uma tigela untada e cubra para deixar crescer por cerca de 30 a 40 minutos.
Amasse suavemente a massa. 



Retire pedaços da massa no tamanho de uma bola de golf e amasse com um rolo até ficar em um formato oval e deixe descansar coberta com uma toalha.

Frite as massas em óleo quente e escorra-as em papel toalha.


Passe no açúcar com canela ou na cobertura que desejar.




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Beaver Tails: "pastel" doce reconfortante

Conhecer países diferentes são sempre recompensadores. 

Recentemente estive pela primeira vez no Canadá e visitei várias cidades durante os 30 dias que permaneci lá. Provei todo tipo de comida que possam imaginar: americana, indiana, grega, indígena, italiana, chinesa, japonesa, tailandesa, vegetariana, etc, etc.
Do que eu mais gostei? A resposta surge na minha cabeça rapidamente: Beaver Tails!

O Beaver Tails é uma espécie de barraquinha que fica em Montreal, ao lado Byward Market.
A especialidade do Beaver Tails é um tipo de pastel (pastry) feito de uma massa que lembra o pretzel do Mr. Pretzel brasileiro. A massa é frita, leve, quentinha e deliciosamente reconfortante.

Por cima da massa vai uma cobertura doce que você pode escolher. As opções são variadas e vão desde banana com chocolate a Nutella. 

Minha preferida é a mais simples de açúcar e canela. Um pecado de tão gostoso. Sem dúvida vale cada caloria ingerida. Boa pedida para quem estiver passeando por lá.







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Mini-chefs: crianças prodígio

Como uma amante da gastronomia, adoro assistir programas de culinária na TV.  Assisto todos: de programas de receitas a reality shows. Simplesmente adoro.

Recentemente assisti um que me chamou a atenção: o Junior Masterchef. Não pelos pratos (elaborados, é claro). Não mesmo. Chamou-me a atenção pelos chefs, ou melhor, pela idade deles. Os chefs eram crianças de 8 a 14 anos!



Fiquei boquiaberta ao ver um menino de 10 anos preparando uma pera escaldada com calda spice de cranberry, acompanhado de creme de baunilha com mascarpone e tuille. SOZINHO.

Veja bem, minha filha de 11 anos é esperta e adora cozinhar. Mas normalmente deixo ela fazer coisas simples como receitas de microondas. Já me orgulhava um bocado disso. Mas isso é totalmente diferente. Essas crianças cozinham pra valer. Fazem pratos que um restaurante chique poderia servir sem qualquer obstáculo. E não apenas isso, se portam com adultos organizando as tarefas da equipe, controlando o tempo, cuidando da limpeza da cozinha e da aparência dos pratos.

Depois de assistir um episódio eu não perdi mais nenhum outro só porque não consigo deixar de me espantar com o talento dessas crianças. Tive que rever meus conceitos e passei a incentivar a minha filha a me ajudar mais na cozinha ao invés de repetir "deixe que eu faço isso porque mexer com fogo é perigoso". Estou dando um voto maior de confiança a ela pois percebi que crianças podem ir longe se soubermos lapidar isso nelas.

Veja o vídeo e se surpreenda:

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Massa filo para dar um toque gourmet aos finger foods

Vai receber amigos para uma festinha?
Os finger foods são ótimos para servir a seus convidados, mas para dar um um toque sofisticado esqueça as coxinhas e quibes.

Que tal uma quiché de cogumelos? Ou camarões crocantes? Um mini rolinho de primavera?
E que tal usar massa filo para prepará-los?

A massa filo é bem fininha e pode ser encontrada em bons supermercados.  Assada fica crocante e divinamente dourada.

Substitua, por exemplo, a massa podre da quiché por folhas de massa filo. Fica elegante e delicioso.
Outra ideia é usar a mesma técnica e rechear com casquinha de siri ou fazer trouxinhas de carne seca com cebola caramelizada. O céu é o limite.

Então coloque sua imaginação pra funcionar e mãos à obra.
Ah, você pode usar a massa filo também para preparar pequenos doces.

Veja algumas imagens como inspiração:









fontes: edueginacozinha.blogspot.com ; paladaresdaisa.blogspot.com ; www.nestle.pt ; avitrinedosabor.com.br ; outrascomidas.blogspot.com ; falandodevinhos.wordpress.com ; demoroumasficoubom.blogspot.com

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Receita de Lombo Agridoce

Tomo certo cuidado quando digo que gosto de comida chinesa. Motivo: há dezenas de iguarias chinesas dos quais não conseguiria comer jamais como escorpiões no espeto ou carne de cobra. Não é nada pessoal, eu juro. Tem muitos outros pratos que eu simplesmente amo de paixão. Gosto é gosto e ponto final.

Mas, caros brasileiros, engana-se aquele que imagina que o universo gastronômico dos amigos chineses se resume ao cardápio do China in Box. (sem ofensas, mas desconfio que eles nem consideram aquilo como comida chinesa, pronto falei.)


Porém, admito que adoro reproduzir algumas receitas em casa ocidentalizando-as um pouco. O LOMBO AGRIDOCE é um prato que não pode faltar na minha mesa. Combina muito bem com um arroz branquinho. Experimente, aposto que sua família vai adorar.

LOMBO DE PORCO AGRIDOCE


Ingredientes
500 g de lombo de porco
2 ovos
1 xícara de farinha de trigo
sal e pimenta do reino a gosto
óleo para fritura

Para molho
2 pimentões verdes e/ou vermelhos
2 fatias de abacaxi
1 cebola graúda
3/4 de xícara de açúcar
3 colheres de sopa de shoyu
1/3 de xícara de vinagre
2/3 de xícara de água
2 colheres de sopa de molho de tomate
1 colher de sopa de suco de abacaxi concentrado
1 e 1/2 colheres de sopa de amido de milho

Preparo
Corte o lombo em tiras de 1 cm, tempere com pimenta-do-reino e sal.
Bata ligeiramente os ovos e passe os pedaços de lombo pelos ovos e depois pela farinha de trigo.
Retire o excesso e doure aos poucos em óleo quente. Escorra em papel absorvente e reserve.

Corte o pimentão, a cebola e as fatias de abacaxi em cubos de 3 cm. Refogue o pimentão e a cebola rapidamente em um pouco de óleo sem deixar amolecer (cerca de 2 minutos). Reserve.

Em uma panela, coloque o açúcar, o vinagre, o shoyu e o suco de abacaxi. Leve ao fogo baixo até que o açúcar se dissolva. Acrescente o molho de tomate.
Dissolva o amido de milho na água e acrescente deixando ferver por 1 minuto.

Junte o abacaxi, o pimentão, a cebola e os pedaços de lombo ao molho agridoce e misture bem. Cozinhe em fogo baixo por 3 minutos. Se necessário adicione mais água se o molho ficar espesso demais.

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Brinquedo de comer (ou será que é Comida de Brincar?)

Certa vez meu pai me ensinou que um bom jeito de conhecer a cultura de um povo é prestando atenção na comida. Nesse sentido, eu diria que um bom passatempo para qualquer estrangeiro no Japão é ir ao supermercado, especialmente no setor de alimentos. Lá você entenderá que há dois preceitos bastante peculiares: o capricho e o fator show.


O capricho é exposto através da estética dos pratos, das embalagens belas e high-tech, do detalhismo exacerbado pregado em cada processo e em cada ingrediente. Produtos fáceis de preparar, práticos para armazenar, cor, textura, forma, apresentação...tudo é feito com primor.

O fator show está no prazer do japonês em surpreender, seja qual for a área em questão. Na culinária, nota-se a tecnologia aprimorando cada detalhe (olha o capricho de novo), reinventando o jeito de comer, sempre tentando fazer o cliente dizer "Uau!" (ou melhor, "sugoi").

Uma amostra do que digo vem de um simples doce de goma. Minha filha viu o tal doce na internet e simplesmente me infernizou até o encontrarmos no mercado. É um doce interativo, ou seja, a criança tem que montar antes de comer. É quase um brinquedo pois a melhor parte está no preparo, mais do que no sabor em si.






Esse aí da foto foi um hambúrguer, mas há outros como sushi, pizza, sorvete, etc. O processo é interessante e o capricho para ficar idêntico ao original me tirou um "Sugoi".

Assista os videos e sinta-se uma criança.







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Restaurante japonês genuinamente tradicional

Em minha viagem recente ao Japão, vivi uma oportunidade única, incrível e memorável de conhecer um restaurante verdadeiramente tradicional japonês. Convidada pelo meu tio paterno Masanori (cujo o bom gosto pela boa culinária extrapola a severidade e beira a austeridade) fomos a um restaurante localizado na cidade de Iizuka (Fukuoka), cidade natal de meus pais.


Já na entrada fomos recepcionados por uma senhora sorridente e gentil impecavelmente vestida de Quimono. Na sala, adornada de forma minimalista com uma mesa comprida no tatame, fomos servidos de saquê e chá gelado de Muggi (meu predileto).

A cada prato servido, a senhora de quimono o apresentava com gestos tão belos e delicados que chega a ser difícil ilustrar. 

Meu tio nos ensinou que a culinária japonesa deve ser apreciada em fases, bem devagar, alternando sabores quentes e frios. Ao todo saboreamos 8 pratos fantásticos, os melhores que já experimentei na minha vida. Ah, e como eram belos...deixaria a cuisine internacional no chinelo.

Eu falhei em apenas uma coisa: esqueci de perguntar o nome do restaurante ao meu tio. É a única coisa do qual me lamento sobre aquela noite. Do resto, guardarei na minha memória para sempre.


filé de peixe grelhado na brasa com pimentão, quiabo, salmão e castanha portuguesa assada

Caldo de frutos do mar, alga e cogumelos


Gratinado de carne de siri com cebolas adocicadas e creme leve.

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Takoyaki com sotaque Osakaben: receita



Se há algo que me faz lembrar da minha infância certamente é o TAKOYAKI (bolinhos de polvo) que meus tios compravam nas barraquinhas quando passávamos o verão na casa dos meus avós em Fukuoka. Lembro-me que eu e meus irmãos ficávamos atentos e na pontinha dos pés olhando pelo vidro os takoyakis sendo feitos com destreza e agilidade. Até hoje a cena me faz salivar.

Estive recentemente no Japão de férias com a minha família. Não pude deixar de levar minha filha (que foi pela primeira vez) a uma barraca de takoyaki e mostrar ao vivo aquilo já contava para ela há anos.

Estávamos em Osaka (se diz "oossaka") e fomos experimentar a receita de takoyaki famosa da região.
Uma pena não ter filmado (sem bateria) mas encontrei um vídeo que mostra exatamente o que assistimos.
Só ficou uma pequena foto dela se deliciando.



Assista e salive comigo.


Ficou com vontade? Anote a receita:



Receita de Takoyaki


  • Massa: 
120g de farinha de trigo
30g de maizena
1 colher de sobremesa de fermento em pó
1 pitada de sal
500ml de água com 1/3 do pacote de Hondashi
2 ovos
1 colher de sobremesa de shoyu

  • Recheio: 
200g de polvo cozido
Tenkasu (bolinhas de masa de tempurá fritas)
1/2 cebolinha picada
Gengibre vermelho em conserva a gosto

  • Molhos:
Takoyaki Souce
Maionese.
Alga verde (ao nori)
Katsuo ralado

  • Preparo:

 misturar todos os ingredientes da massa rapidamente de modo que não forme grânulos e deixá-la repousar no frigorífico durante 1 hora. Despejar a massa na chapa de takoyaki e acrescentar os recheios por cima virando-os com um palito. Quando os bolinhos dourarem, retirar da chapa e cobrir com molhos.






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