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SAL E NOZ MOSCADA

Dicas para comer bem sempre.







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Como escolher um bom AZEITE


Você sabe o que é um Catador? Acalme-se, não é o que está pensando. Catador é o nome que se dá ao expert em azeite.

Apesar do nome peculiar, há muitas pessoas que estão se interessando em conhecer melhor as características e propriedades deste que é o queridinho dos gourmets e parte integrante das mais fantásticas receitas do universo culinário.

É claro que muita gente busca informações por um simples (e compreensível) motivo: saber escolher um bom azeite.

Como escolher um bom azeite?
Eis aqui algumas dicas que aprendi no site Almanaque Culinário (http://www.almanaqueculinario.com.br)

“A melhor maneira de identificar um bom azeite é degustando-o”.

Na degustação do azeite, alguns sabores indicam aspectos positivos de um bom produto. O amargo mostra que o azeite foi extraído de azeitonas verdes ou no inicio de maturação. Já o sabor doce, suave e agradável, é típico de um azeite obtido com azeitonas completamente maduras. O picante aponta que as azeitonas ainda estavam totalmente verdes e foram extraídas no início da temporada. Sabores amendoados ou de “grama”, com um gosto mais herbáceo, também são considerados bons atributos.

É bom preferir o extra-virgem, cuja acidez fica entre 0% e 0,8%. Um azeite legítimo não traz solventes ou substâncias químicas, é somente o suco da azeitona. O que muda é o sabor, a textura, a cor ou o aroma. Mais da metade da composição é pura gordura monoinsaturada. Ele contém, ainda, ômega-3 e substâncias antioxidantes, com destaque que beneficiam as artérias. Vale ressaltar ainda a boa concentração de vitamina E, que ajuda a afastas o risco de tumores.

Na hora de comprar, preste atenção no seguinte:
- Nome do produtor, data de fabricação e de validade do produto etc.
- Acidez: azeites comuns muitas vezes não trazem essa informação valiosa. Os melhores azeites têm baixa acidez, até 0,5%. Em termos de sabor, são “picantes” na garganta, frutados (azeitona) e levemente amargos.
- Embalagem: o tamanho ideal é de 500 mililitros. Está provado cientificamente que os frascos menores favorecem a oxidação. Já o problema com as embalagens maiores é que elas duram mais — e depois de aberto o azeite vai perdendo características.
- Safra: apenas alguns têm essa informação no rótulo. Quando não está especificada, é importante observar a data de fabricação. Quanto mais fresco e jovem melhor. Azeite velho é sinal de má qualidade, pois perde aroma e sabor. Fuja de produtos que tenham sido fabricados há mais de um ano e meio.
- A coloração varia de acordo com o tipo de oliva e condições climáticas. Ao contrário do que muitos pensam, não significa que quanto mais verde o óleo melhor sua qualidade.
- Quando não é puro, é misturado com óleo vegetal e isso está escrito no rótulo, algo como“composto de azeite de oliva”.

São três tipos:
- Extra-virgem – até 1% de acidez
- Virgem – entre 1,2% e 1,5% de acidez
- Virgem fino – 1,5% a 2,3%

Os melhores azeites têm até 0,5% de acidez. A baixa acidez, por exemplo, indica se a coleta e o processamento das azeitonas foram bem realizados. A acidez do azeite extra-virgem (resultado da primeira prensagem a frio das azeitonas e que conserva suas melhores características nutricionais). Já o azeite virgem (extraído de azeitonas maduras e obtido na segunda prensagem) É indicado consumir o produto o mais próximo possível à data de fabricação. Outro aspecto importante é procurar azeites que tenham sido embalados no local de origem. Quando isso acontece o produto tem menos contato com o oxigênio, aumentando sua qualidade. Outra referência é buscar azeites de oliva de países consagrados pela alta qualidade da produção, como por exemplo Espanha, Portugal, Itália e Grécia.

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Como usar o HASHI: dê adeus aos palitinhos com elástico.

Para nosso deleite, comer sushi e sashimi deixou de ser uma exclusividade para japoneses há muitas décadas. No entanto, é comum até hoje encontrar muitos fãs dessa culinária com dificuldade de manusear os benditos palitinhos, os famosos HASHIs.

Se esse é seu caso, não se preocupe. Você não está sozinho nesse barco. Usar hashi é difícil até para os descendentes de orientais.

Para manusear com destreza os hashis é necessário prática e paciência. Conforme-se pois no ínicio você irá derrubar alguns sushis na mesa ou desmanchá-los antes de colocá-los na boca. Faz parte do processo de aprendizado. Com o tempo, você ganhará mais habilidade e poderá dispensar alegremente os hashis com elásticos.

Aqui um rápido tutorial (em inglês) que ajudará você nessa jornada.


E se mesmo depois de suas tentativas você continuar com dificuldades, aqui vão alguns "planos B".

Banzai!

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